Ligação entre Archicad e CYPE: projeto de instalações MEP e avaliação energética

Webinar em espanholGravada em 28 de maio de 2020Duração 1:10:05

Segunda sessão em espanhol da série sobre interoperabilidade entre o Archicad e as aplicações da CYPE, dedicada desta vez às instalações e à análise energética: como se prepara e se exporta o modelo arquitetónico em IFC, como o recebem o CYPECAD MEP e os programas ligados ao BIMserver.center, e como essa informação regressa ao Archicad como referência para detetar colisões e coordenar o projeto.

Segunda sessão de uma série de três dedicada à ligação entre o Archicad e as aplicações da CYPE. Aqui o fio condutor são as instalações e a avaliação energética: como sai o modelo arquitetónico do Archicad, o que fazem com ele as ferramentas da CYPE e como essa informação regressa ao projeto para ser coordenada. Participam Joana Alsasua, da SIMBIM, e Pablo Gilabert e Antonio González, da CYPE Ingenieros. A primeira parte decorre no Archicad. Distingue-se entre modelar as redes dentro do próprio programa com o MEP Modeler, uma ferramenta de modelação e não de cálculo, e o caso de que trata a sessão: trabalhar com um consultor que projeta e calcula as instalações noutra aplicação. O modelo de partida, um edifício de escritórios, chega já filtrado com a envolvente, as paredes divisórias e as zonas, e é exportado em IFC com um tradutor preparado também para a avaliação energética, publicando uma vista em vez de um guardar como e verificando o ficheiro num visualizador antes de o enviar. A segunda parte é conduzida pelos colegas da CYPE sobre o BIMserver.center e mostra dois caminhos. O primeiro é o CYPECAD MEP, que importa o IFC diretamente e orienta com um assistente a atribuição de lajes, paredes, divisórias, fachadas e vãos. O segundo reparte o trabalho por programas especialistas: o IFC é carregado na plataforma com o IFC Uploader, é convidado um colaborador com um determinado perfil e cada aplicação lê desse projeto apenas o que necessita. Sobre o CYPETHERM vê-se o mapeamento dos elementos construtivos e a sua gravação em biblioteca, a definição do clima, as hipóteses e as zonas, e o cálculo de cargas térmicas. Os oradores assinalam os limites do IFC para uma análise térmica fina, em particular a falta da expressão explícita das arestas dos compartimentos, e referem uma ferramenta à parte para gerar o modelo analítico. O que foi calculado é devolvido à plataforma com os seus anexos, e o perfil atribuído decide se esses ficheiros entram diretamente ou exigem aprovação. O encerramento regressa ao Archicad: o IFC de instalações é colocado como módulo vinculado, ou seja, como referência não editável, e sobre ele é executada a deteção de colisões por grupos e critérios, com a ocorrência exportável em BCF. O bloco de perguntas aborda IFC 2x3 face a IFC 4, a exportação de zonas como IFC Space, a geração de desenhos a partir do modelo recebido e, à data da gravação, a ausência de um complemento direto entre a CYPE e o Archicad.

  • Em que difere modelar as instalações no Archicad com o MEP Modeler de as receber calculadas por um consultor externo.
  • O que é preciso deixar no modelo do Archicad antes de o exportar para que sirva às instalações e à avaliação energética.
  • Porque convém publicar uma vista com o seu tradutor IFC em vez de resolver a exportação com um guardar como.
  • Como funciona a repartição por modelos de referência, em que cada interveniente é responsável apenas pelo seu próprio modelo.
  • Que papel desempenha o BIMserver.center como ponto de troca entre as aplicações que participam no projeto.
  • Como chega o IFC do Archicad à plataforma através do IFC Uploader e como se convida um colaborador com um perfil concreto.
  • O que pede o assistente de importação do CYPECAD MEP ao identificar lajes, paredes, divisórias, fachadas e vãos.
  • Como se mapeiam os elementos construtivos no CYPETHERM e porque gravar esse mapeamento em biblioteca poupa trabalho posterior.
  • O que se define antes de calcular cargas térmicas: o clima, as hipóteses e as zonas como grupos de compartimentos.
  • Porque o IFC nem sempre basta para uma análise térmica fina e que limitação concreta assinalam os oradores.
  • Como se devolve a instalação calculada à plataforma e que diferença existe entre o perfil de moderador e o de colaborador.
  • Como se coloca o IFC recebido no Archicad como módulo vinculado e se revê com a deteção de colisões e o formato BCF.

  • 0:00 Bienvenida y objetivos de la sesión
  • 2:48 El flujo de hoy: instalaciones y eficiencia energética
  • 5:46 MEP Modeler en Archicad: modelar redes, no calcularlas
  • 7:07 Los pasos del flujo de trabajo con un consultor externo
  • 8:32 Modelos de referencia y reparto de responsabilidades
  • 9:02 El modelo de partida: un edificio de oficinas ya filtrado
  • 10:07 Exportar el IFC publicando una vista
  • 13:07 BIMserver.center: qué es y qué servicios reúne
  • 19:30 Dos flujos posibles: aplicación única o programas especialistas
  • 20:12 CYPECAD MEP: crear el proyecto e importar el modelo IFC
  • 21:12 El asistente: forjados, muros, tabiquerías y huecos
  • 26:35 Una obra resuelta: cargas térmicas y climatización
  • 28:44 IFC Uploader: subir el IFC de Archicad a la plataforma
  • 29:46 Invitar a un colaborador y asignarle un rol
  • 31:54 CYPETHERM: abrir la obra desde el proyecto compartido
  • 32:58 Mapear los elementos constructivos y guardarlos en librería
  • 35:52 Cargas térmicas: clima, hipótesis y zonas
  • 38:17 Límites del IFC para el análisis térmico
  • 39:35 CYPELUX y CYPEFIRE: el mismo proceso en otras aplicaciones
  • 42:50 Devolver la instalación calculada a la plataforma
  • 45:03 Roles de moderador y colaborador, e historial de cambios
  • 47:45 Importar el IFC en Archicad como módulo vinculado
  • 50:12 Detección de colisiones entre instalaciones y falsos techos
  • 51:17 Exportar la incidencia en BCF y repetir el ciclo
  • 56:33 Preguntas y respuestas de la audiencia

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Aviso — Esta sessão é publicada tal como foi gravada. Os nomes de empresas e produtos, logótipos, cargos, certificações, distintivos e relações comerciais que nela aparecem refletem a situação no momento da gravação e podem ter mudado desde então. As versões e interfaces do software apresentadas podem também diferir das atuais.

Apresentada por

  • Joana Alsasua
  • Pablo Gilabert
  • Antonio González

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